Home BuzzNow 10 coisas que aprendemos no show de Beyoncé #buzznow

10 coisas que aprendemos no show de Beyoncé #buzznow

5964
0
SHARE

Este artigo foi retirado do site Faster Louder, escrito pela repórter Sarah Smith. Apesar de escrito analisado o show em Melbourne, na Austrália, ele se encaixa muito bem para todos os shows:

“Ontem à noite Beyoncé iniciou a parte australiana da turnê “The Mrs Carter Show” em Melbourne. Ela cantou, dançou, pregou, voou e no fim da noite, ela deixou todos sem dúvida alguma de por que ela é a maior pop star do mundo.

1: Isto não é um concerto, é um espetáculo!

Houveram labaredas, canhões de glitter, telões de LED, piano de calda, solos de guitarra, oito trocas de figurinos, um zilhão de coreografias, dois palcos, dez dançarinos, uma banda foda pra caralh* e todos cantando e delirando com Beyoncé.

2: Beyoncé tem alguns fãs “crazy in love” por ela

Mas é claro que ela tem. O público estava lotado, grupos de galinhas festeiras, divorciados festeiros, machos festeiros e famílias *analogia feita por causa das vestimentas de alguns fãs*. Eles vieram com roupas combinando e usando adornos como perucas, penas e corsets brilhantes. Compravam tudo o que brilhava e estivesse a venda dos vários estandes, devoravam todas as margeritas servidas em copos que piscavam como tochas. Dez minutos antes do show (agarrando todas as coisas que piscavam), eles iniciaram uma hola mexicana que percorreu toda Rod Laver Arena, duas vezes. E, quando Beyoncé finalmente subiu ao palco, eles gritaram. Oh e como eles gritaram.

3: Beyoncé não tem medo dos seus fãs malucos

Beyoncé fez um show quase perfeito. É altamente coreografado, com cada chama, com cada coreografia e cronometrado com cada faísca de brilho lançada. O que nos deixa surpresos em descobrir – sempre perfeccionista – é que Bey não tem medo de sair do scirpt, as vezes. Algumas vezes durante a noite, ela deixou as ‘quatro paredes’ para se envolver com os seus (um pouco assustadores) fãs. Durante Irreplaceable ela permitiu que algumas pessoas da multidão gritassem anasaladamente “to the lefts” em seu microfone. Quando uma fã pegou o braço da cantora para tirar uma foto ao invés de cantar, Beyoncé gargalhou e disse “OK, parece que ela quer uma tirar uma foto” e agradeceu. Mais tarde da noite ela pareceu genuinamente maravilhada com um cartaz que dizia “O nome da minha irmã é Beyoncé”, perguntando qual era a idade da outra Bey. Em inúmeras ocasiões ela sentou no lado do palco sorridente e aparentemente perplexa, enquanto seus fãs VIPs arranhavam suas pernas.

4: Beyoncé tem a banda mais legal do mundo

Durante todo o show, Beyoncé foi seguida por uma das mais legais bandas que eu já vi (desculpa Prince). O grupo, como Bey diz “só aconteceu por serem mulheres”, são artistas fenomenais, coordenadas nos movimentos de dança e são sensuais, fazem isso com total domínio. No palco, a guitarrista do grupo (a excruciante suave Bibi McGill) – vestida de couro da cabeça aos pés – se juntou a Beyoncé no palco para tocar um solo estilo Slash, enquanto faíscas saiam de seu instrumento: rock com um toque de Bey. Mas foi a baterista – Kim Thompson – que sem duvidas roubou a cena. Tendo uma semelhança impressionante com Missy Elliott, os solos e os “socos” de Thompson tem o tipo de energia e precisão que normalmente não são vistos em shows de pop. Ela mereceu cada um dos seus (muitos) closes no telão.

5: Até os intervalos eram Beyncríveis

O setlist para TMCS é preenchido por “intervalos”, que é um código comum para “assista alguns lasers enquanto nós tocamos algumas músicas altas por cinco minutos”. Mas para Beyoncé até os intervalos são momentos para brilhar. A entrada e saída de música eram tão impecáveis que mal notávamos que a estrela estava fora do palco. Cada uma dessas trocas veio com um curta estrelando Beyoncé, no qual ela dizia coisas como “isolamento traz revelação” e, para deixar nosso queixo caído, coreografias com sua trupe de dançarinos: oito mulheres e “os únicos cavalheiros da tour”, o irmãos gêmeos idênticos Laurent e Larry Bourgeois. Durante uma coreografia gótica, bailarinas deslizaram em um som barroco que parecia um assustador Quebra-nozes. Momentos como esses adicionaram uma profundidade inesperada ao show pop.

6: Beyoncé com certeza pode cantar (e dançar)

Oh meu, ela consegue cantar. Durante as duas horas de show, a voz de Beyoncé não falhou uma só vez. Pareceu arriscado, depois de arranhar a voz por tanto tempo, ela finalizou a noite com uma homenagem a Withney Houston com um cover de “I Will Always Love You” e com a energetica Halo, mas a voz dela estava com tudo. O que deixa tudo mais impressionante, é o fato que ela não deixa as suas dançarinas de apoio fazerem todo o trabalho. Ela está a frente de todas as danças e é um pouco desconcertante nós não ouvirmos ela ficar sem fôlego ou quebrar uma nota.

7: Beyoncé traz os hits (mas não é uma hit-fest)

Devido ao alto estilo natural de seu show a setlist na TMCS não muda muito, porém Melbourne teve o cover de “Survivor” das Destiny’s Child, e Auckland não. Ela abriu a sequência de grandes hits com “Run The World”, e finalizou com “Crazy in Love”, “Single Ladies” e “Grown Woman”. Mas também tem a lista de pequenos hits com “Why Don’t You Love Me” e “1+1” – cantando em cima de um piano – com todos os holofotes. Um pouco frustante foi ela por de lado “Countdown” a apenas uma gravação de passagem.

8: Beyoncé faz você acreditar que as mulheres realmente mandam no mundo

“Girl Power” não é nada novo no mundo do pop (oh hai Spice Girls), mas Beyoncé vive e respira poder feminino, qualquer seja a música (Grown Woman’, ‘Survivor’, ‘Run The World’, ‘Naughty Girl’ etc); a fenomenal talentosa trupe de mulheres que ela faz questão de gritar aos quatro ventos (The Mamas); ou ela ficar constantemente reiterando, que como mulheres, nós devemos ser fortes e orgulhosas de nós mesmas. E ela faz isso com uma classe, sem reduzir a mensagem a um simples slogan ou taxação. É refrescante, inteligente, crível e … oh diabos é o poder feminino.

9: Olhar Beyoncé voar dez vezes amarrada a um cabo é mais legal do que você possa imaginar

Imagine o quão legal seria se Beyoncé voasse através do ar amarrada a um cabo, e então multiplique o quão legal você acha, por dez vezes. Ela apenas fez isso usando seu melhor figurino – um macacão, roxo brilhante – quando ela é presa novamente (do segundo palco em forma de B situado na parte de trás da Rod Laver), ela fez no ar o punho de Survivor. Beyoncé. Em uma macacão roxo. Voando. Fazendo o punho de survivor. Não tenho palavras.

10: Em dez anos você estará contando as pessoas que você esteve em um show da Beyoncé

No final do concerto, enquanto cantava Feliz Aniversário para alguns membros da plateia e agradecendo a todos de sua equipe, Beyoncé casualmente disse: “Daqui a dez anos você estará contando a todos que esteve em um show da Beyoncé”. E francamente, ela está certa. Beyoncé é a única grande artista no mundo agora e ela claramente tem a intenção de construir um legado, que terá seu nome eternizado ao lado dos grandes. Ela não é uma artista temporária ela é perfeccionista e é perfeita nisso.”

Comentários

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here