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Beyoncé veste Carlos Miele em Miami

2 de março de 2010 em Miami, Mídia Brasileira

Beyoncé está espalhando a moda brasileira por Miami. Na estreia da turnê do marido Jay Z, em fevereiro, a popstar usou um modelo criado pelo estilista Carlos Miele. Para a data importante, escolheu um vestido curto coral com aplicações.

Fã do trabalho de Carlos Miele desde 2008, ela fez questão de conhecê-lo pessoalmente durante sua passagem por São Paulo, no mês passado. No encontro, ocorrido no seu camarim antes do show no Morumbi, a cantora aproveitou para encomendar peças exclusivas.

“Ela me disse que gosta muito dos meus vestidos e das cores, o que me deixa muito feliz”, disse Miele, completando que a diva é a artista que mais admira no mundo.

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Especial de Beyoncé rola dia 22/02 no Multishow

22 de fevereiro de 2010 em Mídia Brasileira

‘I am… Yours – An Intimate Performance At Wynn Las Vegas’ mostra a diva nos bastidores e sua preparação para os shows
Confira a matéria do site Multishow:

Não foi ao show da Beyoncé? Está com saudades e quer ver de novo? O Multishow tem um presentão para soltar a single lady que existe em você: o canal exibe, dia 22, às 23h, a performance “I am… Yours – An Intimate Performance At Wynn Las Vegas”.

O especial narra a biografia de Beyoncé intercalando com muitas canções suas e imagens exclusivas dos bastidores.  Esse é o primeiro CD ao vivo de Beyoncé e registra seus maiores sucessos.

No vídeo abaixo, temos um trechinho exclusivo! Beyoncé, superexigente, dá as cartas do show, diz se a performance dos músicos está boa ou não e avalia: “Eu tive que ensaiar, aprender as coreografias, pensar as luzes e, basicamente, dirigir o show”. Tão tá, Beyonça!

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Beyoncé: ‘Devo ter sido carioca na vida anterior’

11 de fevereiro de 2010 em Mídia Brasileira

Confira abaixo a matéria feita por Bruno Astuto, para o jornal O Dia:

Rio – Depois da terça-feira e-xaus-ti-va acompanhando Alicia Keys e Beyoncé na gravação de seu videoclipe, na Gamboa, meu pouso foi às 22h30 na suíte de Alicia, no 3º andar do Fasano. O colunista só teve de esperar a ducha das justas e eis que Beyoncé surge na minha frente perfumada, de cara lavada, shortinho e camiseta e nos jogamos no sofá para um papinho rápido e ishperto. Quando conversamos — e essa foi a primeira vez em que ela falou a um veículo de comunicação na América Latina —, a cantora avisou que estava ansiosa para conhecer o Corcovado, de carro.

“Eu sou uma pessoa de fé e o Cristo é o símbolo da cidade. Poderia passear de helicóptero ou ir ao Pão de Açúcar, mas o Cristo é especial e eu tinha que estar lá pessoalmente, sentindo aquela energia”, disse-me. Não é que ela fez isso mesmo ontem? Responsável pelo dia de glória no Santa Marta e na Gamboa, Alicia se disse “encantada” com o Rio e prometeu voltar logo para férias e um show. As negociações até já começaram. Vamos às nossas divas?

Beyoncé

Você tinha ideia do seu sucesso no Brasil?

— Eu não tinha a menor ideia. Não sabia que havia no Brasil tantos fãs do Destiny’s Child.

E seus também.

— Não sabia mesmo.

Mas você é meio carioca, sabia?

— Esse é o termo para definir os brasileiros?

Não, para definir quem nasce no Rio. Você dança como uma carioca, sorri como uma carioca, é aberta e simpática como uma carioca…

— Então eu devo ter sido carioca numa vida anterior (risos). Muito obrigada então, porque acho os cariocas lindos. Muito obrigada mesmo.

Como veio a ideia de gravar com Alicia a música ‘Put it in a love song’?

Era para eu estar em férias e Alicia estava prestes a lançar um novo álbum. Mas, quando Swizz (Beats, produtor, namorado de Alicia Keys) nos mostrou essa música, não dava para não gravar. Ali havia um grande sucesso em especial. E a resposta das pessoas hoje na rua foi até maior do que nós imaginávamos, comprovando o que nós pensávamos.

Por que o Rio?

— Pensamos: ‘Onde vamos fazer o vídeo?’ E veio o Rio imediatamente. Tem a ver com a beleza da cidade, a alegria das pessoas, a energia incrível desse lugar. E também porque estávamos às vésperas do Carnaval e o fato de nunca termos vindo para cá. Daí olhamos uma para outra e dissemos: ‘Vamos fazer no Brasil’. Só é uma pena eu não poder ficar para o Carnaval, queria ter ficado mais, mas vou voltar. As roupas (fantasias) são lindas, é um trabalho maravilhoso o da escola de samba (Grande Rio).

E qual o balanço da turnê brasileira?

— Honestamente, eu não disse por dizer. Os brasileiros foram de longe a melhor plateia que eu tive em toda minha vida. Eu nunca tive esse tipo de amor. Eu agora me sinto um membro da família, uma pessoa que tem que voltar todo ano. Inacreditável o nível de amor e resposta que eu tive das pessoas aqui. Vou vir sempre, para os shows e até para as férias. Esse é o melhor lugar do mundo.

Alicia Keys

Por que gravar no Rio?

— Porque não existe lugar nenhum no mundo como o Rio. O Rio veio de uma maneira interessante: apesar de nos conhecermos há muito tempo, nós nunca tínhamos trabalhado juntas, então precisávamos de algum lugar realmente especial para gravarmos o clipe. Primeiro Beyoncé veio com o Egito, um lugar que eu amo. Depois ela contou que viria ao Brasil e achamos incrível. Quanto mais eu pesquisava, mais me apaixonava pelo País. Ainda mais com a proximidade do Carnaval, cheio de cultura, beleza e energia, seria o lugar perfeito. E foi. A resposta foi incrível, você estava lá, você viu.

Ficou surpresa com as pessoas gritando o seu nome?

— Sempre soube que tinha muitos fãs no Brasil, me comunico muito com eles, que sempre perguntam: ‘Quando você vem ao Brasil?’. Eu sempre quis vir. Agora que conheço, definitivamente quero estar aqui sempre. É um lugar de amor e excitação. ‘Put it in a love song’ virou a música do Rio no meu coração.

O que você mais gostou de provar aqui?

— Água de coco. E o fato de vocês adorarem arroz com feijão me fez sentir que a gente já se amava há tempos.

E como foi desfilar de passista?

— Foi um sonho que se tornou realidade. Ainda vou desfilar de verdade. Mas só o fato de ter essa miniescola com a ajuda da Grande Rio, foi lindo. As roupas são maravilhosas, é impressionante como dedicam tempo e criatividade a elas. Quando começou a chover, fiquei com medo de estragá-las. Não vejo a hora de voltar logo, mal posso esperar para fazer um show aqui.

Você tem 12 Grammys. O que faz com eles?

— Tenho respeito e gratidão por eles, mas nem guardo em casa. Sequer olho para eles para não cair na ilusão de que a minha trajetória está realizada. Tenho muita estrada pela frente.

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por Geraldo

Beyoncé causa alvoroço antes de chegar ao Brasil

2 de fevereiro de 2010 em Mídia Brasileira

Após ganhar 6 prêmios Grammy numa noite e bater o recorde de gramofones dourados recebidos por uma artista numa única edição do evento – que teve a sua maior audiência desde 2004 (foram nada menos do que 25,8 milhões de espectadores)-, Beyoncé está perto de chegar ao Brasil com sua esperada “I Am… Tour”, e os preparativos já começaram.

O matinal da Rede Globo de Televisão “Bom Dia Brasil” exibiu uma matéria sobre a chegada da cantora ao país e apresentou o seu camarim na cidade de Florianópolis, SC – a primeira a receber o show da turnê. Confira abaixo:

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“Beyoncé só dá bom dia por US$ 20 mil”, diz Boninho

26 de janeiro de 2010 em Mídia Brasileira

Explicando rumores de um possível show da cantora Beyoncé no “Big Brother Brasil 10″, o diretor do programa, Boninho, explicou que houve uma conversa com a produção da artista, porém, o valor pedido por ela era muito alto.

“Já conversei com a produção americana dela, só se botar muita grana. Ela só dá bom dia por 20 mil dólares!”, explicou Boninho.

Em comemoração às dez edições do reality show no Brasil, a Globo tem preparado festas com vários artistas internacionais. O primeiro deles foi o cantor sueco Eagle-Eye Cherry, dono do hit “Save Tonight”.

Quem também deve aparecer no “BBB” é o rapper americano Akon, que está escalado para se apresentar na festa desta quarta-feira.

Fonte: Folha Online

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‘O Globo’ faz review do ‘I Am… Yours’

10 de janeiro de 2010 em Mídia Brasileira

Confira a review feita pelo jornal ‘O Globo’ sobre o DVD ‘I Am… Yours’:

Sim, ela pode. Aos 28 anos, do alto de uma dezena de prêmios Grammy e canções no primeiro lugar da parada americana, Beyoncé deu um tempo na excursão mundial “I am… Tour” para, em 2 de agosto de 2009, fazer um show mais intimista. O resultado está no DVD “I am… yours/ An intimate performance at Wynn Las Vegas”, lançado pela Sony, como aperitivo para a turnê que chega ao Brasil em fevereiro.

No documentário de 23 minutos “What happens in Vegas…” – único extra do DVD -, codirigido pela própria, a cantora diz que procurou fazer uma apresentação desplugada, “sem Pro Tools, cenários suntuosos de Las Vegas ou efeitos à la Cirque du Soleil”. A ideia, sintetizada em outra fala, era “um microfone e a banda”. Mas, na prática, o que ela faz é, usando de um mote do produtor Ezequiel Neves, um “intimismo com trombetas”.

Beyoncé e sua grande banda, totalmente composta por mulheres, ganham o reforço de um naipe completo, e também feminino, de cordas, mais um grupo de bailarinos (de ambos os sexos), para um espetáculo ambicioso: são dois atos (divididos em muitas “cenas”) e um intervalo, em cerca de 1h40m de duração, mas também com muita conversa jogada fora para o público.

Com um vestido de renda, de Jean-Paul Gautier, sobre um collant cinza, Beyoncé surge cantando em meio à plateia do Wynn Encore Theatre e desce até o palco, cumprimentando alguns felizardos no trajeto. Após essa “Hello introduction”, que abre o primeiro ato (“Intimate”), ela apresenta uma sequência de sucessos em roupagem “acústica” – na verdade, apenas sem teclados eletrônicos, substituídos por piano de cauda e cordas, mas com baixo e guitarra plugados nas tomadas. Algumas das canções são coladas, caso de “Sweet dreams meddley” (com “Sweet dreams”, “Dangerously in love” e “Sweet love”) e “If I were a boy” (com “If I were a boy”, “California love” e “You oughta know”), com predominância de baladas. Mesmo que vindo de diferentes compositores e parceiros, o r&b de Beyoncé se resume a dois formatos: baladas xaroposas e batidas dançantes. Nestas, como mostra em “If I were a boy”, além de esbanjar seus dotes vocais, trabalha o corpo exuberante e torneado em aeróbicas coreografias, sacudindo sem parar os longos e alisados cabelos. Dá para cansar até quem a assiste.

O programa melhora no “Intermission”. Após dizer que suas principais influências foram Aretha Franklin, Josephine Baker e Ella Fitzgerald, apresenta “Deja vu jazz meddley/ It don’t mean a thing (If it ain’t got that swing)”. Delirante sequência de vocais scats para jazzwoman alguma botar defeito, improvisando em temas de Duke Ellington (“It don’t mean…”), Charlie Parker (“Ornithology”) e sua “Deja vu”, e que é fechada por três dançarinos num número de sapateado ao som de “Tap sequence” (Gillespie).

O segundo ato, “Storytelling” (“Contando história”), também mantém o interesse, mesmo daqueles que não são seguidores de Beyoncé Giselle Knowles. Em sua terceira troca de figurino – agora um maiô preto de lantejoulas, como todos os outros seus e os da banda, criação de sua mãe -, faz um retrospecto de sua vida. Nascida em Houston, Texas (4 de setembro de 1981), descobriu aos 5 anos que queria ser cantora ao ouvir The Supremes e Jackson 5. É a deixa para um tributo a Michael Jackson, em “I wanna be where you are”. Aos 9 anos, tendo o pai como empresário, formou com amigas o que viria se tornar o Destiny’s Child. Obviamente, nessa parte, pula as disputas judiciais com ex-integrantes do grupo e emenda sucessos como “No, no, no”, “Say my name”, “Bootylicious” e “Survivor”.

A “cena três” foca a carreira solo, a partir de 2001. Beyoncé conta que ao apresentar à gravadora as canções de seu primeiro disco, os executivos disseram que não tinha um sucesso sequer: “Eles estavam certos, não tinha um, e sim cinco hits!”. Na época, também começava a brilhar em Hollywood: entre outros papéis, foi a Foxxy Cleopatra em “Austin Powers: O homem do membro de ouro” (2002), a protagonista do musical “Dreamgirls” (2006) e viveu a cantora de blues Etta James em “Cadillac Records” (2008). Há também uma fala dedicada ao “amor de sua vida”, o rapper e empresário Jay-Z. Cada momento é ilustrado por seu respectivo sucesso: “Work it out”, “Bonnie & Clyde”, “Naughty girl”, “Get me bodied”… Antes de fechar o show com a reprise de “It don’t mean a thing”, a “cena quatro” traz apenas um sucesso, “Single ladies (Put a ring on it” (do último CD de estúdio, “I am… Sasha Fierce”), que é introduzido por “Electric feel”, do MGMT, duo pop-disco-psicodélico contemporâneo. Antenada e esperta essa Beyoncé, que, no documentário, revela: “Quando trabalho, não como, não vou ao toalete. Sou uma máquina”.

Assinado por Antônio Carlos Miguel

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Sobre os shows em St. Barts

9 de janeiro de 2010 em Mídia Brasileira

A mídia brasileira e americana estão divulgando que Beyoncé fez um show especial para o filho do ditador da Líbia, Muammar Kadafi, que maltrata mulheres.

Confira a matéria do Jornal da Globo abaixo:

Porém, o show que aconteceu em St. Barts NÃO foi exclusivo, foi um show aberto, onde as pessoas pagam 12 mil por mesa. Beyoncé NÃO cantou para nenhum terrorista ou mutilador de mulheres.

O BeyonceOnline.com, site oficial de Beyoncé, informou que o show foi para o IRMÃO do ditador, Muatsim-Billah Gaddafi, que nada tem a ver com o mesmo. As festas em St.Barts não são novidade, e artistas como Enrique Iglesias, Mariah Carey e Timbaland já se apresentaram no local. Além de Muatsim-Billah Gaddafi ter patrocinado festas em todo o mundo, como em Cannes.

Beyoncé domina especial de fim de ano da maior rádio do Brasil, a Jovem Pan

31 de dezembro de 2009 em Brasil, Charts, Mídia Brasileira

A maior rádio do Brasil, a Jovem Pan, tem em sua programação um programa chamado “Hit Parade“, que vai ao ar semanalmente aos domingos e no qual os ouvintes votam em suas músicas favoritas elegendo um ranking. A cada de fim de ano uma edição especial do programa é realizada com as 50 melhores músicas que tiveram bons desempenhos ao decorrer do ano no programa.

Beyoncé é a única artista a ter 6 músicas na parada!Halo” ficou durante 23 semanas em #1 no programa, sendo a música com melhor desempenho no programa neste ano, então, merecidamente, ficou em #1 no especial!

Single Ladies” ocupa a 10ª posição, “If I Were A Boy” a 17ª, “Diva” a 27ª, “Ego” a 38ª e “Sweet Dreams” a 47ª! Parabéns, Beyoncé! Clique em “leia mais” e veja o ranking completo.

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